(re) pensar o C.C.S.

No Círculo Cultural Scalabitano as suas Secções e os seus Departamentos, têm influenciado quase toda a sua dinâmica associativa e, decisivamente, a sua evolução, tendo por base um projecto transversal, em termos da promoção de espectáculos, de formação e produção artísticas, sustentada por um conjunto de pessoas que, pela sua dedicação e empenho, têm garantido, ao longos dos anos, uma operacionalidade positiva, em termos da gestão do projecto e de uma contínua e permanente actividade.

Foi esta a prática que permitiu implantar o Círculo Cultural Scalabitano, projectando-o na vida cultural de toda uma região e até do País.
No entanto, e sem perder de vista a linha de actuação que tem vindo a ser seguida, o C.C.S. encontra-se num momento em que necessita de ser (re) pensado e, eventualmente, redefinida a sua Missão cultural.

Para “pensar” esta Missão, iremos constituir grupos de trabalho que irão reflectir acerca de quem somos e onde nos encontramos hoje, qual é a nossa finalidade, o que iremos fazer para responder a essa finalidade, quais são as nossas cultura e filosofia, o que nos faz ser distintos e únicos, quais os nossos pontos fortes e fracos, e quais sãos os nossos objectivos e propósitos futuros, de forma a que possamos traçar as metas a atingir.

Para além daqueles grupos de trabalho, pretendemos, através do nossa blog na internet, “ouvir” a opinião de todos os nossos associados e população em geral, pelo que lançamos, desde já, o debate em torno desta questão, o que fazemos tendo por base uma perspectiva de responsabilidade partilhada, onde o envolvimento dos cidadãos não é só uma mera figura de retórica.
Assim, contamos com a sua participação.

Eliseu Raimundo
(Presidente da Direcção do C.C.S.)

Sobre ccscalabitano

O Círculo Cultural Scalabitano é uma associação cultural fundada em 1954, com sede na Maestro Luís Silveira, em Santarém, reconhecida como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública a partir de 15 de Fevereiro de 1990. Ver todos os posts de ccscalabitano

6 Respostas to “(re) pensar o C.C.S.”

  • Antsilva

    No âmbito do programa “(Re)pensar” o Circulo, penso que devíamos tentar arranjar um espaço para exposições permanentes.
    Cump.

  • Manuel Gomes

    Muitos parabéns pela criação deste espaço Scalabitano.Desejo-vos que os vossos objectivos sejam alcançados em prol da Cultura Ribatejana.

  • TB

    Acho que o associativismo, com a função que teve até hoje, de envolver diversos sócios “pagadores/associados” para poder usufruir do que o Estado ou o Comércio não lhes oferecia, está para acabar muito em breve. A democratização e acesso aos bens culturais é mais fácil hoje (e, ainda, bem) e com o crescimento do número de hipermercados e publicidade que nos “metralha” a qualquer hora ou em qualquer sítio, vai ser difícil fugir do consumismo fácil… E, todos os futuros homens e mulheres deste país remediado, vão preferir ter a carteira cheia de cartões de crédito e preferirão comprar tudo feito, e levar para casa para usufruir sozinho, entre quatro paredes que, certamente, estarão hipotecadas aos Bancos e Banqueiros. Ninguém vai ter a necessidade de se juntar a outros quando está convencido (e, se não está , os grandes Bancos e Hipermercados fa-lo-ão mudar de ideias) que pode ter tudo em casa desde que nasce até que morre…

  • Inês Nogueira

    Vou mudar de vida, vou deixar a desalmada Cidade de Lisboa para ir viver para Santarém, e foi com muito agrado que descobri este artigo, acredito que a partilha de pensamentos e interesses culturais ajudam na reorientação do homem como individuo social.

    Com os melhores cumprimentos,
    Inês Nogueira

  • Antsilva

    Boa tarde. No projecto repensar o Círculo, penso que será muito importante esta colectividade cria um Coro Infantil/Juvenil, porque segundo julgo saber, não existe nenhum nesta cidade e além disso este coro, poderá num futuro alimentar o Coro do Círculo Cultural Scalabitano. Um abraço cultural.

  • Teresa

    MENTE SÃ EM CORPO SÃO
    É um velho lema inglês que cada vez mais os portugueses pretendem pôr em prática. Já nos demos conta que também na nossa cidade há mais gente a caminhar, principalmente depois do jantar e preferencialmente em zonas verdes da urbe. Certamente está na altura certa de aproveitar esta vontade de mudança do CCS para promover e divulgar a prática do pedestrianismo numa vertente saudável de lazer ligado à fruição dos espaços urbanos ou de periferia, com maior ou menor expressão cultural.
    Em nome de um grupo de caminheiros de Santarém,amantes da natureza e bons hábitos propomos a nossa integração no CCS.
    Teresa

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